Quintal

Os espaços são corresponsáveis pela qualidade das experiências e constituição subjetiva das crianças.

Portanto, pensar o espaço envolve cuidado e respeito, pois assim permite a garantia da segurança emocional e física.

Salas de Referência

Nossa escola tem sua proposta pedagógica pautada na Pedagogia da Escuta.

Com ambientes pensado para favorecer as trocas de experiências infantis, valorizando a infância e os processos de aprendizagem pelas experiências cotidianas, considerando o brincar como principal linguagem.

Contamos constantemente com a parceria das famílias e de toda a comunidade escolar para a construção e manutenção de uma escola para todos.

Para que assim possamos oportunizar e qualificar as experiências brincantes para o desenvolvimento de habilidades e competências na área afetiva, social, psicomotora e cognitiva, através de uma abordagem projetual.

Na nossa escola, crianças e educadores são convocados pelos espaços, contextos e materiais a vivenciarem suas próprias experiências na construção do conhecimento.

Atelier

Nossa escola tem sua proposta pedagógica pautada na Pedagogia da Escuta.

Com ambientes pensado para favorecer as trocas de experiências infantis, valorizando a infância e os processos de aprendizagem pelas experiências cotidianas, considerando o brincar como principal linguagem.

Refeitório

A culinária desempenha um papel central em nossa abordagem educacional, e é por isso que os refeitórios são espaços fundamentais para a construção de uma cultura alimentar enriquecedora.

Nestes ambientes, as crianças têm a oportunidade não apenas de saborear diferentes pratos, mas também de cultivar uma experiência social única.

Ao arrumarem a mesa, elaborarem o cardápio e se servirem, descobrem não apenas novos sabores, mas também novas formas de se relacionar com a alimentação, explorando palavras, texturas, cores e aromas que transcendem a simples nutrição física.

Também pensamos que o espaço deve ser uma espécie de aquário que espelhe as ideias, os valores, as atitudes e a cultura das pessoas que vivem nele”.
(Loris Malaguzzi, em 1984 in (EDWARDS; FORMAN; GANDINI, 2016, p. 148)